Obrigado "Tchota" por esta justa homenagem que acabaste de render a tua nossa querida e inesquecível Bety ou "Codé" como sempre a chamei. Penso que esta perda irreparável será uma lição que Deus quiz dar a todos nós. Tirou-nos a nós os "manos" a nossa "flor" a nossa sempre mimada e amada "Codé". Sinto que me arrancaram os olhos da cara e me despedaçaram o coração. A minha revolta é tão grande contra esta morte injusta que não consigo aceitar este destino cruel. Nunca me passou pela cabeça que a morte iria começar pela mais nova de nós, filhos de "Luzia e João Handem". Mas enfim, a morte não escolhe idades, nem põe as pessoas em fila, senão eu nunca aceitaria que ele fosse a frente de mim. Para vocês ela é tia e colega, para mim ela nunca cresceu. Para mim a Bety conservou sempre a sua infantilidade e pureza e por isso, mesmo depois de casada e com filhos sempre falei com ela como se estivesse a falar para uma "Bébé". Sempre fui um "mole" e nunca me zanguei com a Bety apesar de todos saberem que eu não deixo nenhuma briga para "amanhã". Sempre a achei muito inteligente e tudo que ela fazia ou me dizia me deixava impressionada. Ficava sim furioso quando lhe faziam mal ou se proveitavam da sua ingenuidade. Algumas pessoas me disseram que para ela é o começo de uma nova vida, quero acreditar que sim e espero que o Nosso Senhor Deus Todo Poderoso saiba cuidar e dar uma justa vida a nossa "irmãzinha", "mãe", "tia", "prima", "sobrinha", "colega" e "amiga". Elizabete Sariot Handem pelo amor que soubeste distribuir a todos nós rezamos que a tua alma descanse em paz e que Deus te dê um lugar no paraíso.
Com eterna saudades.
Jamel Handem
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